Passional
Deixo as luzes apagadas, assim ninguém me encontra.
Fico quietinho, totalmente mudo.
Prendo minha respiração pra não ser notado.
Mais eles sabem que eu estou lá,
Você sabe que eu estou lá.
Com alguma novidade ou com uma nova angústia.
Ninguém pode me curar,
Ninguém pode me livrar.
Às vezes, os deuses e os demônios parecem que se divertem juntos.
Não consigo decifrar,
Mas entendo vagamente o que seus olhos querem me dizer.
Você me pede pra não quebrar as correntes
Quer que eu seja sempre o mesmo e,
Que esteja sempre por perto.
Mas não posso mais ficar aqui,
Nem mesmo posso fazer o que você me pede.
Olhe em volta, veja com os próprios olhos.
Estamos mudando, estamos crescendo...
Vivemos correndo, vivemos voando...
Daqui pra li ou dali pra cá
“Você sempre volta com as mesmas noticias”
Você sempre canta isso só pra me lembrar...
Dos campos da nossa infância,
Das promessas e juras eternas,
Das bebedeiras desvairadas,
Das nossas pequenas puladas de cerca...
Que ficou pra trás...
Que há tempos não são mais as mesmas.
Pois bem, é hora de levantar vôo.
Novos horizontes me esperam.
Fique com seus livros e sua filosofia de vida.
Se quiser, transforme isso em mais uma cantiga de mesa de bar.
Só não tente me encontrar pelos cantos do mundo.
Pois pode ser que eu esteja mais perto do que você possa imaginar.
Pois no fundo, ambos sabem que:
“Certas vezes é melhor se esvair do que coagular.”
Seja feliz e nos vemos por aí!
Até...
07/03/2007
Escrito por: Carlos Henrique Alves
Deixo as luzes apagadas, assim ninguém me encontra.
Fico quietinho, totalmente mudo.
Prendo minha respiração pra não ser notado.
Mais eles sabem que eu estou lá,
Você sabe que eu estou lá.
Com alguma novidade ou com uma nova angústia.
Ninguém pode me curar,
Ninguém pode me livrar.
Às vezes, os deuses e os demônios parecem que se divertem juntos.
Não consigo decifrar,
Mas entendo vagamente o que seus olhos querem me dizer.
Você me pede pra não quebrar as correntes
Quer que eu seja sempre o mesmo e,
Que esteja sempre por perto.
Mas não posso mais ficar aqui,
Nem mesmo posso fazer o que você me pede.
Olhe em volta, veja com os próprios olhos.
Estamos mudando, estamos crescendo...
Vivemos correndo, vivemos voando...
Daqui pra li ou dali pra cá
“Você sempre volta com as mesmas noticias”
Você sempre canta isso só pra me lembrar...
Dos campos da nossa infância,
Das promessas e juras eternas,
Das bebedeiras desvairadas,
Das nossas pequenas puladas de cerca...
Que ficou pra trás...
Que há tempos não são mais as mesmas.
Pois bem, é hora de levantar vôo.
Novos horizontes me esperam.
Fique com seus livros e sua filosofia de vida.
Se quiser, transforme isso em mais uma cantiga de mesa de bar.
Só não tente me encontrar pelos cantos do mundo.
Pois pode ser que eu esteja mais perto do que você possa imaginar.
Pois no fundo, ambos sabem que:
“Certas vezes é melhor se esvair do que coagular.”
Seja feliz e nos vemos por aí!
Até...
07/03/2007
Escrito por: Carlos Henrique Alves
